Ô Remedinho Bom!
Neste espaço veiculo crônicas e textos diversos com idéias e opinões pessoais sobre os mais variados assuntos do cotidiano. É uma maneira simples, direta e eficiente de chegar ao internauta, e também de receber comentários sobre o que escrevo sob a perspectiva do leitor. Democraticamente. Espero sua participação em breve!!
terça-feira, 31 de julho de 2012
Amigos da Onça - Episódio VI - Ô Remedinho Bom!
Ô Remedinho Bom!
terça-feira, 24 de julho de 2012
Amigos da Onça - Episódio V - A Turma do "0800"
- Ah, seu Chico, eu num sei matar galinha, não - respondeu a empreguete de plantão.
Pedro Altino Farias, 24/07/2012
ATENÇÃO:
Os textos deste blog estão protegidos pela lei nº 9.610 de 19/02/1998. Não copie, reproduza ou publique sem mencionar os devidos créditos.
quarta-feira, 18 de julho de 2012
Amigos da Onça - Episódio IV - Peba ou Tatu?
quarta-feira, 11 de julho de 2012
Amigos da Onça- Episódio III - Confusão no Bar
Pedro Altino Farias, 10/07/2012
ATENÇÃO:
Os textos deste blog estão protegidos pela lei nº 9.610 de 19/02/1998. Não copie, reproduza ou publique sem mencionar os devidos créditos.
terça-feira, 3 de julho de 2012
Amigos da Onça - Episódio II: O Show Já Terminou
ATENÇÃO:
Os textos deste blog estão protegidos pela lei nº 9.610 de 19/02/1998. Não copie, reproduza ou publique sem mencionar os devidos créditos.
quarta-feira, 27 de junho de 2012
Amigos da Onça - Episódio I: Curtição no Autódromo
domingo, 17 de junho de 2012
Confissões de um Alcóolico Assumido
domingo, 3 de junho de 2012
Politicamente (In)Correto
- O que? Cachaça com Cola-Cola? Isso é bebida de viado, porra! Se manca, bicho!! Homem que é homem bebe cachaça é pura, João!
E deixei João lá na mesa, sozinho com sua birita, enquanto tomava minha cerveja e conversava com um ilustre desconhecido que acabara de chegar. Ao sair, deparei-me com nosso tolo amigo, agora bebendo cachaça pura, e...
- O que tu tá bebendo agora, João?
- Cachaça pura!
- E tu é baitola é, homem? Só porque eu disse que tomar cachaça com Coca-Cola é coisa de viado tu foi tomar ela pura? Tu num tem gosto nem opinião não é? Acabe com isso, João, se você gosta de beber cachaça com Coca-Cola, então beba! E não se importe se lhe chamarem de viado. Putaquipariu, João!
- Que saber de uma coisa? Eu num tô entendendo mais é nada. Vou s’imbora que moro no Pirambu (bairo pobre de Fortaleza) e quando chegar em casa inda vô ter que guentar desaforo da muié...
- O que? E ainda por cima é babaca, barriga branca?...
terça-feira, 29 de maio de 2012
Dois Amigos, Duas Pendências
altino@pelosbaresdavida.com.br
ATENÇÃO:
Os textos deste blog estão protegidos pela lei nº 9.610 de 19/02/1998. Não copie, reproduza ou publique sem mencionar os devidos créditos.
terça-feira, 22 de maio de 2012
Don't Stop! Keep Walking!
Sendo assim, Relaxe! Vamos aproveitar para cantar e dançar, trabalhar e descansar, falar e ouvir, cair e levantar, amar e perdoar, chorar e sorrir, agradecer e ajudar, superar e construir, dar as mãos e caminhar juntos rumo a um futuro que somente é desconhecido e temido por quem não está preparado para ele.
quarta-feira, 16 de maio de 2012
Mau Gosto - Opinião
Há algum tempo recebi um e-mal com vídeo de uma modelo (não lembro o nome) que se descontrola perante uma equipe de reportagem que foi à sua casa. Em estado de histerismo, ela se despe perante a câmera e dispara um desabafo comovente. Ela se despe mais de espírito que de corpo, embora tivesse ficado completamente nua por alguns minutos.
domingo, 13 de maio de 2012
Sopa de Palavras
Há algum tempo participei de um treinamento profissional desses cheios de lugares comuns, que unem o nada a coisa nenhuma, o óbvio ao deduzível, o inútil à conversa fiada. E pensar que perdi umas duas ou três quintas feiras com a turma do bar por isso...
domingo, 6 de maio de 2012
O Grito - Comentário de Reginaldo Vasconcelos
Caro confrade Altino,
Membro da Academia Cearense de Literatura e Jornalismo - ACLJ
terça-feira, 24 de abril de 2012
O Grito
Alguma vez você já perdeu a vida? Será que não mesmo?
Um grito, um desabafo...
E o que me importa é não estar vencido...
Minha vida meus mortos, meus caminhos tortos,
Minh’alma cativa...”
domingo, 15 de abril de 2012
Não Sobrou Um Segundo

Quando não resta um segundo sequer, a atitude e a vontade traduzem mil sentimentos, em todas as suas verdades e intensidades. (Altino Farias)
A notícia surpreendeu. Ficaram felizes. Muito felizes. Radiantes. A correria foi grande para prepararem tudo. Quase não deu tempo. A distância que se estabeleceria entre eles preocupava e doía, mas aquela chance não poderia ser perdida.
Recomendações, telefonemas, despedidas, esquecimentos últimos. “Será que ainda dá tempo?”, perguntou um. “Estamos em cima da hora!”, foi a resposta. Às vezes é melhor não arriscar. Prudência!
Desejariam correr mais ainda, mas o trânsito caótico frustra e desespera. Em certas ocasiões leis e regras viram pó diante de algo maior, mesmo que este “algo” seja uma necessidade ou interesse particular e imediato. Tudo o mais é automaticamente ignorado nessas circunstâncias.
Ela foi, ele ficou; separados pela geografia e a obrigação de uma oportunidade única. Na despedida não sobrou um segundo sequer para uma troca de beijos... Mas se beijaram mesmo assim. Um beijo inesquecível!
Pedro Altino Farias, em 11/04/2012
altino.frs@gmail.com
ATENÇÃO:
Os textos deste blog estão protegidos pela lei nº 9.610 de 19/02/1998. Não copie, reproduza ou publique sem mencionar os devidos créditos.
terça-feira, 10 de abril de 2012
Um Velho Sofá
Um dia já foi um dia brinquedo de menino. Numa fantasia, foi feito de pula-pula... Até que a mãe soltasse um berro lá da cozinha chamando sua atenção e mandando-o parar com aquela algazarra.
Foi também alcova de namorados. Na penumbra da meia luz, entre suspiros e gemidos, eles se acariciavam e se tocavam com malícia e desejos inocentes, mas ruídos vindos lá de fora denunciavam: chegaram!
Os convidados se acomodavam no sofá para drinques, petiscos e boas prosas. Confortáveis, os casais, anfitriões e visitantes, não sentiam as horas avançarem pela madrugada, e quase sempre eram necessários braços para erguer do estofado um que ultrapassara um pouco a fronteira da sobriedade.
Para o marido, expulso do quarto em momentos de ira, foi porto seguro no exílio. Depois de uma noite mal dormida pela mágoa, acordava sempre doído e incomodado, mas agradecido pela acolhida que tivera daquele bondoso sofá, sabendo que ele havia dado o melhor se si para confortá-lo.
Também serviu para aquela simpática senhora, misto de mãe, sogra, irmã, avó e... Filha teimosa. As tardes assistindo TV a pouparam de passar horas e horas no vazio de um tempo perdido no passado. E o conforto daquele mesmo sofá, que parecia abraçá-la carinhosamente, fazia com que ela se sentisse protegida e segura.
E agora? Agora ele jaz, insolitamente abandonado, no meio da rua, sem entender o porquê daqueles carros e pessoas desconhecidas, que passam de uma lado para o outro sem nem lhe perceber...
Pedro Altino Farias, em 10/04/2012
altino@pelosbaresdavida.com.br
ATENÇÃO:
Os textos deste blog estão protegidos pela lei nº 9.610 de 19/02/1998. Não copie, reproduza ou publique sem mencionar os devidos créditos do autor.
terça-feira, 27 de março de 2012
O Ratto e o Queijo de Cem Contos

Tratam-se carinhosamente por Rattos: Ratto Pai, Ratta Mãe, Ratta Filha e Ratto Filho. Rattinho e Rattinha são diminutivos inevitáveis. É assim porque fazem ratices como, por exemplo, abrir parcialmente potes de requeijão sem retirar completamente o lacre, deixar farelos de pão na mesa, ou comer o último pedaço de pudim e guardar a forma vazia na geladeira como se ainda contivesse alguma coisa. Além de todos gostarem de queijos, claro. O “T” dobrado é para diferenciar dos roedores comuns.
Pois bem, naquele dia, Ratto Pai foi ao centro da cidade desbloquear o cartão magnético de sua conta bancária, que, de uma hora para outra, negava-se a realizar saques e depósitos. Restabelecidas a funções do cartão, fez uma retirada de cem reais para atestar que estava tudo certo. A operação foi realizada com sucesso! Na sequencia, aproveitou a viagem e passou num tradicional comércio especializado em queijos da terra, onde comprou uma peça de quilo e meio de coalho, pagando a despesa com a nota de cem, que pouco tempo passou no bolso de sua camisa.
Chegando em casa à noite, fez um balanço dos gastos do dia, dando por falta de certa quantia. Refez as contas, fez de novo. O saldo não fechava com o que deveria ser. Depois de muito pelejar com a calculadora, percebeu que lhe faltava o troco do queijo, algo em torno de setenta e cinco reais. Primeiro ficou chateado com o prejuízo, mas, depois, resolveu curtir a situação.
Assim, quando a Ratta Mãe chegou do trabalho, deparou-se com uma cena inusitada: o Ratto Pai estava sentado solenemente à cabeceira da mesa da sala de jantar, com uma garrafa da melhor cachaça posta à sua frente. Acompanhavam dois pequenos cálices de cristal, talheres finos, azeite de boa qualidade, prato de porcelana onde repousavam cubinhos de queijo e guardanapos de linho. Tudo isso sobre uma delicada toalha e com uma música suave ao fundo.
“Mas quediabeisso, Rattinho?”, quis saber a esposa, curiosa e já rindo da marmota. “Mulher, é precioso muita pompa e circunstância para degustar um queijo coalho de cem contos!”, respondeu ele, explicando em seguida, tim-tim por tim-tim, o que ocorrera naquele dia. Como havia um segundo lugar posto à mesa, ela resolveu lhe fazer companhia naquela ratice, e saborear, também, o tal “queijo de cem contos” com uma boa cachacinha. Dizem que estava uma delícia!
Pedro Altino Farias
ATENÇÃO:
Os textos deste blog estão protegidos pela lei nº 9.610 de 19/02/1998. Não copie, reproduza ou publique sem mencionar os devidos créditos.
terça-feira, 6 de março de 2012
Mulher é Muito Mais!

Mulher não é somente luz, é brilho.
Seus olhos mais que veem, adivinham.
Tem um coração sempre pronto para o perdão,
E um corpo que aquece, salva e dá vida.
Possui mãos delicadas, mas sempre prontas para o trabalho pesado;
A capacidade de acalmar uma furiosa tempestade;
Ou transformar-se, ela mesma, num verdadeiro furacão.
E quando repreende ou nega, é quem mais sofre.
Necessária? Não, imprescindível!
Caridosa? Não, sensível!
Sonhadora? Não, romântica!
Perfeita? Não. Muito mais que isso: SUBLIME!
Pedro Altino Farias
altino@pelosbaresdavida.com.br
ATENÇÃO:
Os textos deste blog estão protegidos pela lei nº 9.610 de 19/02/1998. Não copie, reproduza ou publique sem mencionar os devidos créditos.
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
A Enjoadinha

A viagem continuou, apesar das náuseas e vômitos. Cada solavanco da camionete por aquela trilha esburacada produzia nela uma revolução: a vista escurecia, a cabeça doía, o estômago embrulhava, a saliva inundava sua boca. Mal estar? Que nada, ela queria era morrer!
A cada curva, a cada lombada, renovavam-se as esperanças dela de encontrar trecho melhorzinho, mas o que se via eram estradas precárias a ponto de fazer mula empancar e espantalho se assustar.
Nessa época, e já se vão longos anos, a única orientação nas estradas se dava através de mapas nem sempre precisos, por isso o próximo povoado, onde se poderia socorrer a enjoadinha a bordo da Rural, era uma grande interrogação. Voltar, nem pensar. Nem havia para onde. O jeito era seguir em frente, fugindo do anoitecer, quando o que já estava ruim poderia ficar bem pior.
Para completar o quadro de desolação, estava quente, muito quente. Quente ao ponto de confundir as ideias do mais resistente dos super heróis dos quadrinhos. E a cada lufada de vento quente, subia aquele poeirão. Um suspiro, um gole d’água e... Mais um solavanco. Nem recostar a cabeça, podia a coitada. Quando conseguia falar, dizia somente: “Ainda tá longe, papai?”. Dava era pena de responder.
Um barulho vindo de um clube, bar, cabaré ou coisa semelhante, incomodou até tarde. Naquela noite ninguém dormiu, além da nossa doce enjoadinha, que, enfim, pode ter um descanso merecido de tanta chacoalhada.
Logo cedo, o chefe da família cutucou todo mundo e pegou a estrada novamente. Queria ir embora daquele lugar pulguento, onde não arriscara nem tomar a água. Ainda bem que o pior passara no dia anterior. Graças.
Os textos deste blog estão protegidos pela lei nº 9.610 de 19/02/1998. Não copie, reproduza ou publique sem mencionar os devidos créditos.
domingo, 12 de fevereiro de 2012
Postagem de Carnaval
Em comemoração ao carnaval segue reprodução da letra de "Camisa Amarela", de Ary Barroso.
Encontrei o meu pedaço na avenida
De camisa amarela
Cantando a Florisbela, oi, a Florisbela
Convidei-o a voltar pra casa
Em minha companhia
Exibiu-me um sorriso de ironia
Desapareceu no turbilhão da galeria
Não estava nada bom
O meu pedaço na verdade
Estava bem mamado
Bem chumbado, atravessado
Foi por aí cambaleando
Se acabando num cordão
Com o reco-reco na mão
Mais tarde o encontrei
Num café zurrapa
Do Largo da Lapa
Folião de raça
Tomando o quarto copo de cachaça
Isto não é chalaça
Voltou às sete horas da manhã
Mas só na quarta feira
Cantando A Jardineira, oi, A Jardineira
Me pediu ainda zonzo
Um copo d'água com bicarbonato
O meu pedaço estava ruim de fato
Pois caiu na cama
E não tirou nem o sapato
E roncou uma semana
Despertou mal humorado
Quis brigar comigo
Que perigo, mas não ligo!
O meu pedaço me domina
Me fascina, ele é o tal
Por isso não levo a mal
Pegou a camisa, a camisa amarela
E botou fogo nela
Gosto dele assim
Passada a brincadeira
E ele é pra mim
Meu Sinhô do Bonfim
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
Verdade ou Mentira?

Mas de que vale uma verdade contra tantas mentiras, pergunto eu. Ora quem tem ciência de que algo é realmente puro tem tudo... Até mesmo algumas mentiras em seu emboço, não é verdade?
Mas o fato é que somos o que somos. Produtos do meio ou não. Produzidos por verdades ou por mentiras, tanto faz como tanto fez.
Mas o que tudo isso tem a ver com a Lua cheia, afinal? Quanta bobagem...!! Claro que a Lua cheia tem tudo a ver, pois ela já inspirou muitas verdades... E outras tantas mentiras. Lembrem-se de que até hoje há quem duvide que o homem já pisou o solo lunar, que ache que essa estória toda não passa de uma grande mentira.
Mas no fim tudo dá certo como numa novela “das antiga”, quando o mocinho casava na igreja com a mocinha providencialmente no último capítulo. Mas por que no último capítulo? Ora, para gente não ficar vendo os dois brigarem o tempo todo, entenderam? A verdade às vezes dói... Até em novelas da TV.
A verdade é que esse negócio de mentira é puro papo furado. Tudo depende do referencial (não sei onde vi isso, mas achei legal!).
Descendo para minha verdade pessoal, tenho evitado biritar em escala industrial enquanto estou em tratamento de saúde. É aquele negócio de “é melhor evitar”, mas acho que essa falta de álcool no sangue está me trazendo outros males, como, por exemplo, estado de confusão mental. Será mesmo verdade? Ou apenas uma grande mentira?
Pedro Altino Farias, em 07/02/2012
altino.frs@gmail.com
ATENÇÃO:Os textos deste blog estão protegidos pela lei nº 9.610 de 19/02/1998. Não copie, reproduza ou publique sem mencionar os devidos créditos.
domingo, 5 de fevereiro de 2012
Tô Voltando

Depois de longo período de tempo, o viajante, enfim, retorna à sua cidade, à sua casa. O comandante da aeronave em que ele viaja avisa pelo alto falante que iniciará o procedimento de pouso. A ansiedade, que já era grande, aumenta.
Feito a anúncio, a chegada em si ainda demora. O avião começa a perder altitude e velocidade gradualmente, aproximando-se do destino. Uma curva aberta para a esquerda, pouco depois uma bastante fechada à direita. Prédios, antes pequenos pontos visuais, começam a ganhar formas definidas. Depois é a vez dos automóveis. A chegada continua.
Na aproximação final ele vê pela janela construções, carros e homens desfilando quase ao seu lado. Flaps acionados, um vento cruzado exige uma pequena e rápida correção no curso. O comandante empina o nariz do avião, e ele aguarda o toque do trem de pouso na pista. Está quase lá.
A aeronave taxia na pista completando a aterrisagem e dirige-se ao ponto de desembarque. Tudo pronto, abrem-se as portas e, enfim, ele chega. Mas as lembranças dos dias passados longe começam imediatamente a enfeitar seu pensamento. Momentos, imagens, pessoas. Serão lembranças para nunca mais esquecer. Vivemos disso. Sendo o futuro incerto, somos o que somos pelo que já vivemos.
Estou na mesma posição do passageiro retornando de viagem. Depois de mais de seis meses de reforma em meu apartamento, estou voltando... Aos poucos. Os serviços vão se encerrando em sequencia. O todo vai tomando forma. Chegando, já se vê aquela paisagem conhecida... Porém renovada. Todos da família estão ansiosos para voltar. Falta pouco, mas o pouco é muito. A expectativa é enorme.
Quando chegarmos, as lembranças da temporada em que fomos acolhidos na casa de Dona Concita, minha mãe, estarão presentes no pensamento de todos. Uma ótima e agradável acolhida. Pena que a correria do trabalho não tenha permitido desfrutar melhor esses momentos (Ah, vida!). Depois que a porta do apartamento for aberta, tal qual a da aeronave, poderei dizer: cheguei! E cheguei melhor do que fui, mais maduro, mais sereno, mais filho, mais pai, mais companheiro.
Moradia renovada, almas renovadas, vidas renovadas. Virá, então, um novo começo. A expectativa continua!
Pedro Altino Farias, em 18/01/2012
Os textos deste blog estão protegidos pela lei nº 9.610 de 19/02/1998. Não copie, reproduza ou publique sem mencionar os devidos créditos.





.gif)






